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Expectus Luna

Capa do livro Expectus Luna

Expectus Luna

Esperando a Lua

Se algum dia não me lembrar de ti, fico aqui, esperando a lua

Género

Poesia

Páginas

142

Leitura

3-4h

Ano

2024

Goodreads

4.0 / 5 (1 avaliações)Ver no Goodreads

Sinopse

Tenho o estranho hábito de comparar os ciclos da vida das pessoas com as fases da lua em que se encontram. Para cada batimento, associo um luar e para cada lugar existe um sentimento. Cabe a alguns, orbitar pelo universo afora e pergunto-me o que é do céu e o que é da lua. Se tudo o que brilha for do céu teremos sempre mais luz lá em cima. E, creio ser por isso, que todas as noites, o céu se ilumina. Porém, cá embaixo ainda desejamos ver as estrelas cadentes, mesmo quando devemos deixar a chuva somente pingar. Faça-se dia ou faça-se noite, de cada vez que se tenta sentir, caminhamos com a esperança no peito e a guardamos depois, por momentos, debaixo da almofada. Há coisas que guardamos também debaixo da pele. Porque temos gente com coração, com luz que não se apaga e que vai atrás dos sonhos. Guardar torna-se, assim, inato. E aquela conversa de confiar na voz interior continua a ser difícil, mas é também uma forma de florir sem medos. Somos iguais a um raio de luz. Temporário porém quente. Já o amor é uma outra coisa. Quando um coração se parte, será que adormece ainda a sonhar? Se algum dia não me lembrar de ti, fico aqui, esperando a lua.

Excertos

Somos o que se passa lá fora

Somos pele de frágil amor somos carne de rápido sabor somos terra e água que compõe somos arte e música que vai e vem somos calor que beija o frio que abafa somos passos, somos som que desabafa somos desejo desnudo somos o frangir de testa carrancuda somos o que se passa lá fora somos o que sentimos cá dentro somos o olhar que demora somos luz, somos escuridão, somos décadas de união, somos mar, somos calma somos corpo, somos alma.

Loucura de querer

Tenho a sensação de estar onde mais ninguém está tenho a loucura de querer o que mais ninguém quer tenho o hábito de sonhar sonhos que mais ninguém sonha tenho o vício de procurar o que mais ninguém quer encontrar tenho a escolha de amar quem mais ninguém quer amar tenho o pressentimento de seguir o que mais ninguém segue tenho o ultimato de escrever o que mais ninguém lê tenho o estranho hábito de sentir como jamais ninguém sente.

Avaliações

Estes poemas são uma viagem de descoberta tanto em relação ao mundo, como em relação a si. Um jogo de luzes e de sombras, fazendo-nos olhar para questões que nos inquietam a todos.

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